Meu corpo se alimenta de movimento
Minha alma, de silêncio
Meu coração, da comunhão entre essas duas verdades...
O feminino caminha no fogo e no dar à luz
O verbo que se faz carne é gerado na ausência de ruídos
Nada perturba, nada espanta
Uma taça de cada vez
Corre tu meu rio fecundo...
Clara Mítia (Ubajara, 22 de outubro de 2013)

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