Não gosto muito de me conformar com as
superficialidades.
É o que hoje há de mais comum nos olhares, no
primeiro encontro, no sorriso falso.
É verdade que quem fica na
superfície sofre menos, mas também não saboreia dos tesouros reservados
aos corajosos.
Conseguirei ser
devolvida à superfície?
Nessas horas relembro que meu Mestre um dia
ordenou, “ide às águas mais profundas”. Quem sou eu para não obedecer?
Da próxima vez que me perguntarem o que faço da vida, responderei: sou Caçadora de Profundidades…
Clara Mítia (São Paulo, 17 de setembro de 2012)
Da próxima vez que me perguntarem o que faço da vida, responderei: sou Caçadora de Profundidades…
Clara Mítia (São Paulo, 17 de setembro de 2012)

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