Gosto da possibilidade de construir pontes.
Não há necessidade de destruir as estruturas originais, igualar o terreno.
É necessário apenas a comunhão, o espaço onde se possa ir e vir.
Eu visito o seu espaço e você visita o meu.
Eu conheço os rios que correm do seu lado e lhe convido para observar minhas nascentes.
Daí a gente encontra pontos de comunhão, pode ser na vegetação ou nas formações rochosas.
Onde não há semelhança, o solo é sagrado!
Podemos retirar as sandálias dos pés para tocar as diferenças.
Isso renasce minha esperança na humanidade.
Em você também?
Clara Mítia (Sobral, 23 de junho de 2013. Talvez um pouco intrigada com ideologias que não constroem comunhão...)

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